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Mostrando postagens de março, 2014

De cima de um palco qualquer

A vista que tenho daqui é de um mar de nostalgia. Daquela da boa, na qual a pessoa só vê o que é bom, a alegria! Pessoas que andam para onde o nariz aponta e os sapatos, distorcidos, levam a caminhos que, sem eles, não se dão conta. Vejo pessoas anestesiadas ao som de Cartola. Que de tanta entrega, luta e raça, disfarça e chora. São pessoas maiores do que seus semblantes. Enfrentam tais quais samurais com escudo, espada e guia. Entram e saem de tempestades para não esquecer a glória da calmaria. Chedinho/ Poesia/ 2013 .

A lei do compositor

Palavras fatídicas, balísticas, que, às vezes, só servem pra saírem da mente e levarem consigo o efeito entorpecente de uma ideia levada à sério. Palavras ditas, empíricas. Nada sai da mente de um compositor! Tudo o que se vê, pensando ter saltado de lá, nunca deixou de existir desde o momento que passou a.   A alma do compositor é a inércia. E a inércia é lei. Chedinho/ 2012/ Poesia. .