A vista que tenho daqui é de um mar de nostalgia. Daquela da boa, na qual a pessoa só vê o que é bom, a alegria! Pessoas que andam para onde o nariz aponta e os sapatos, distorcidos, levam a caminhos que, sem eles, não se dão conta. Vejo pessoas anestesiadas ao som de Cartola. Que de tanta entrega, luta e raça, disfarça e chora. São pessoas maiores do que seus semblantes. Enfrentam tais quais samurais com escudo, espada e guia. Entram e saem de tempestades para não esquecer a glória da calmaria. Chedinho/ Poesia/ 2013 .