Ao dia, à noite, em qualquer tempo ou lugar. Em qualquer ocasião: alma brasa. Pequena, serena, pronta pra voar! Brasa forte de tanto se alimentar de abraços e sorrisos; de versos de improviso; de poesia composta; de tanto se deixar exposta. Se vê mergulhado em um veneno. E a palavra trabalha feito dreno operando com delicadeza. O seu íntimo exala beleza. Soa belo no trato propagando no vácuo do subconsciente aquilo que, de fato, transforma mentes. Isso é o artista dizendo aos seus ouvintes que, além da gentileza e dos seus requintes, sua alma escancarada mostra seu espaço. O que move esse espírito, ouvintes, são seus sorrisos e seus abraços. Chedinho/ Valsa/ 2014 .